quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Sinto-me desorientada, triste e estranha ao mesmo tempo. Não é medo de nada, ou secalhar é medo de tudo. Gostava de um dia ter a oportunidade de errar e ninguém me apontar o dedo, não sei qual é a sensação ter alguém que nos apoie nas caídas. Quando faço algo de errado toda a gente me aponta o dedo e nunca são capazes de dizer 'eu percebo o teu lado', guardo muitas mágoas à custa de nunca ter ouvido estas palavras. E porque é que quando sou eu apontar o dedo toda a gente me crítica? Não encontro a diferença. Gostava de um dia poder dizer tudo o que tenho cá dentro, explodir, podia magoar muita gente... mas afinal quem se sente magoada sou eu, porque guardo tudo para mim. Não me considero uma pessoa triste, contudo também não me acho uma rapariga feliz. Apesar de que aparento o contrário, toda a gente me acha forte e acha que não fico magoada com frases ou até com apenas uma única palavra... Eles/as enganam-se redondamente sou frágil, demasiado frágil e quando me ignoras a meio de uma conversa ou me dizes que estou a fazer algo de errado... aí nesses precisos segundos? Eu já me sinto magoada.
Olha bem nos meus olhos, eles são o espelho da minha alma.

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
Fernando Pessoa

terça-feira, 23 de outubro de 2012

You.


"Será que também pensas que os homens são todos iguais e não valem nada?Deves pensar, hoje em dia todas as mulheres pensam nem que seja só por uma vez.
Eu pensava e afirmava mesmo: "Os homens são bons é para limpar o chão com a língua."
E sabes quem mudou isso?
O homem que tu vais conhecer."


Eu já o conheci, tenho muita sorte. És aquilo que sempre sonhei, aliás... és muito mais.